Quem já fez esse caminho · Geração Thronus
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Geração Thronus

Quem já fez esse caminho

Médicos de especialidades diferentes que entraram sem saber por onde começar e hoje conduzem casos de Cannabis Medicinal no consultório. Nenhum deles sabia prescrever quando começou.

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Dra. Mariana Maciel

Médicos da Geração Thronus

Quatro relatos curtos de quem já passou pela formação. Especialidades e cidades diferentes, o mesmo ponto de partida.

"Comecei a perder pacientes para uma colega minha, e eles voltavam melhorados."

Tinha preconceito, como todos os outros médicos, por ser um produto derivado da cannabis. E eu falei: poxa vida, o que é isso? E fui estudar. Descobri que existe um sistema endocanabinoide. Foi essa a minha curiosidade.

Dr. Mário

"Vou fazer 50 anos de formado e achei que estava na hora de começar uma outra atividade."

A resistência inicial era por não ter informação suficiente. O tabu vem de uma informação equivocada ou de uma superficialização dessa informação. Aqui você passa a ter uma informação baseada em evidências científicas, com respaldo científico, que é como o médico procura se basear.

Dr. Carlos

"Na faculdade a gente não tem esse conhecimento."

Fundei a Liga de Medicina Integrativa ainda na faculdade e, desde que saí, já comecei a estudar. Eu mesma fazia as autorizações para os meus pacientes, entrava no site do Gov. É um sistema endocanabinoide que existe em todo ser humano, como o sistema nervoso, como o sistema respiratório. É só abrir a mente.

Dra. Amanda

"Um material muito rico, tanto para quem já prescreve quanto para quem quer começar essa jornada."

Sou pediatra de formação. Recomendo a todos que querem estudar um pouco mais sobre medicina canabinoide que entrem e desbravem o conteúdo.

Dra. Maria
2.000+

Médicos brasileiros já formados pela Dra. Mariana Maciel

+30%

De crescimento no número de pacientes em um ano, no Brasil

1.012.887

Brasileiros em tratamento com Cannabis Medicinal

menos de 1%

Dos 635 mil médicos do país prescreve com regularidade

Do outro lado da prescrição

Relatos de pacientes e de familiares atendidos por médicos prescritores.

Conteúdo dirigido a médicos. Os relatos abaixo são experiências individuais, compartilhadas com autorização, e não representam promessa de resultado. A resposta a canabinoides varia conforme o quadro clínico, a indicação, a formulação e a condução do tratamento.

"Foi quando eu procurei uma neuro para fazer uma investigação de um possível autismo."

A Manu sempre foi muito inteligente, mas apresentava comportamentos que chamavam a nossa atenção: seletividade alimentar, comportamento rígido, questões emocionais fora do esperado para a idade. Na avaliação foi diagnosticada ansiedade moderada e QI acima da média. Começamos com ansiolíticos e não houve a resposta esperada. A médica dela sempre foi a favor do canabidiol. Dentro de dois meses ficou muito mais comunicativa e mais focada. A seletividade alimentar ela ainda apresenta, mas está muito mais receptiva a experimentar coisas novas.

RaquelMãe da Manuela, 9 anos

"Estou há quase 15 meses sem ter crise alguma."

Faço tratamento para epilepsia há sete anos e meio. Antes eu tomava três antiepilépticos diferentes. Comecei o desmame acompanhada pela médica, já concluí o de um remédio e estou terminando o do segundo. Confesso que tive um certo receio de fazer essa troca, porque estava tudo estável e o tratamento estava indo bem.

Desmame conduzido pela médica assistente. Nenhum paciente deve reduzir ou suspender antiepiléptico por conta própria.

Rebeca Rangel, 24 anosEpilepsia

"Ele está mais centrado, mais calmo, e está compreendendo o que a gente fala."

Sou mãe do Liam, diagnosticado com TEA nível 3. Depois de muita pesquisa, solicitei para a neuro e ela indicou. O contato visual dele melhorou muito. E agora ele está repetindo o que a gente fala. Eu monto frases, passo para ele e ele repete.

Mãe do LiamTEA nível 3

"Saí de um quadro de dor 10 para quase zero."

Tem três meses que eu faço uso do canabidiol. Consigo fazer minhas atividades em casa, consigo manter uma rotina normal. Nesses três meses eu observei e fiquei muito bem.

PacienteFibromialgia

"Eu tinha muitas crises dentro do avião. Hoje eu não tenho crise nenhuma."

Minha condição de saúde é o TAG, transtorno de ansiedade generalizada, que evoluía com alguns episódios de síndrome do pânico. Antes eu utilizava produtos farmacêuticos para controlar a ansiedade e o sono, e essas medicações me deixavam sonolento e tiravam meu foco no trabalho. Eu trabalho viajando o Brasil inteiro.

PacienteTAG e síndrome do pânico

"No primeiro momento eu optei por não fazer tratamento com medicamento."

No começo do ano passado eu tive um quadro de burnout e precisei ser afastada do trabalho por exaustão mental. Segui apenas com a terapia, mas em novembro tive uma crise de ansiedade muito forte. Eu não tinha forças para fazer absolutamente nada. Depois que comecei o tratamento, voltei para a academia, voltei a treinar.

PacienteAnsiedade e burnout

Por que estamos te mostrando isso

1

O paciente já está procurando, e nem sempre é você que ele encontra

O Dr. Mário conta aqui em cima que começou a perder pacientes para uma colega que sabia prescrever. E cada relato acima passou por vários médicos antes de encontrar um. Mais de um milhão de brasileiros em tratamento e menos de 1% dos médicos do país prescrevendo: essa distância é a fila que já existe na sua cidade.

2

Nenhum desses médicos sabia prescrever quando começou

Os quatro que você viu acima entraram exatamente onde você está agora, sem saber por onde começar e com medo de errar. O que mudou foi ter um caminho: quando indicar, qual produto escolher, quanto dar, como titular e o que precisa estar escrito no prontuário.

3

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