Para médicos que querem conhecer e incorporar a Cannabis Medicinal ao tratamento do Autismo (TEA). Da indicação ao acompanhamento, com segurança, confiança e respaldo científico.
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A aula é aberta a médicos de qualquer especialidade, mas foi estruturada pensando em quem convive com o TEA no dia a dia do consultório.
Seis competências práticas que você leva para o consultório já na semana seguinte.
Os critérios clínicos que definem o candidato adequado, e as contraindicações que você precisa reconhecer antes de prescrever.
CBD, THC e full spectrum: o que muda na prática, quais proporções usar e por que a biodisponibilidade altera a resposta.
Como iniciar, quanto aumentar e em quanto tempo. A técnica de ascensão que evita efeito indesejado e melhora a adesão.
Como alinhar expectativa, explicar o tratamento e conduzir a família que chega com informação da internet.
O que checar antes de prescrever e como ajustar quando o paciente já usa outros fármacos.
Anamnese, termo de consentimento e prontuário: o que precisa estar escrito para você ficar amparado.
Frases que a Dra. Mariana ouve de médicos toda semana:
"A mãe chegou com print e relato de outra mãe, perguntando sobre canabidiol para o filho."
"Eu disse que não tinha evidência. Mas na verdade eu não sabia o que tinha."
"Encaminhei porque não me senti seguro. E perdi o acompanhamento da família."
"Se eu prescrever para um paciente pediátrico e der algo errado, sobra pra mim."
Nenhuma dessas situações é falta de competência. O sistema endocanabinoide foi descrito no início dos anos 1990, depois que a maioria dos médicos brasileiros se formou. É uma lacuna de currículo — e lacuna de currículo se resolve estudando.
A classificação por nível de evidência que a Dra. Mariana usa nas aulas, sem exagero para cima nem para baixo.
Existem ensaios clínicos randomizados avaliando canabinoides no TEA, além de estudos abertos e séries de casos. Os desfechos mais investigados não são os sintomas nucleares do espectro, e sim as manifestações associadas: irritabilidade, comportamento disruptivo, distúrbio do sono e ansiedade. Há racional de mecanismo — os canabinoides atuam também nos receptores 5-HT1A e GPR55 e na sinalização glutamatérgica.
O corpo de evidência em TEA ainda não sustenta uma recomendação forte. Saber exatamente onde a evidência para é o que separa a prescrição responsável do entusiasmo — e é isso que a família do seu paciente precisa ouvir de você, e não do grupo de WhatsApp.
Em 1997 havia 144 resultados sobre o tema no PubMed. Hoje passam de 9 mil publicações.
15 de setembro, das 19h às 21h30, ao vivo.
Uma rede de receptores espalhada pelo corpo que o próprio organismo usa para regular dor, sono, humor, apetite e inflamação. Você vai entender o que fazem os receptores CB1 e CB2, o que são os canabinoides que o corpo produz — e por que esse sistema ficou de fora da formação médica no Brasil.
Nível de evidência por condição clínica, com atenção a transtorno do espectro autista. Com as referências na tela.
O método de prescrição aplicado a um caso clínico real: seleção do paciente, escolha do produto, dose inicial e titulação.
O que registrar em prontuário, o termo de consentimento e o que respalda o médico em caso de questionamento.
Dúvidas respondidas ao vivo pela Dra. Mariana.
A Dra. Mariana desenvolveu um método com doze tópicos de sondagem que cabem dentro de uma consulta. Ele é apresentado na aula e aplicado a um caso clínico.
Alvo terapêutico, contraindicações, expectativa do paciente e nível de conforto dele com efeitos adversos.
Qual canabinoide tem mais estudo para aquela condição, em que concentração, com que custo-benefício e sem interação relevante.
Termo de consentimento, prescrição, titulação e orientação sobre os demais moduladores do sistema endocanabinoide.
Dra. Mariana Maciel
MÉDICA · MEDICINA ENDOCANABINOIDE
Residência em Clínica Médica e mais de 8 anos dedicados à medicina endocanabinoide. Já formou mais de 2 mil médicos no Brasil e é autora do livro A Revolução Endocanabinoide.
Fundou a Thronus Medical no Canadá, onde desenvolveu a tecnologia PowerNano™ para aumentar a biodisponibilidade dos canabinoides. Ou seja: além de prescrever, também produz a pesquisa que embasa a prescrição.
Mais de 2 mil médicos brasileiros já passaram pelas formações da Dra. Mariana Maciel.
"Comecei a perder pacientes para uma colega — e eles voltavam melhorados. Fui estudar e o primeiro produto foi a Thronus. De lá pra cá, prescrevo quase 100% Thronus."
"Meu paciente idoso, em polifarmácia, começou a cannabis, melhorou os sintomas do Parkinson e reduziu muito as medicações — muito mais qualidade de vida. É uma revolução da medicina canábica."
"Com 50 anos de formado, resolvi abrir uma nova área e não me arrependi: foi acima da expectativa. Aqui a informação é baseada em evidência científica, com respaldo pra prescrever com segurança."
Pagamento único, sem mensalidade. Uma consulta particular sua custa mais que o ingresso.
Aula ao vivo
R$ 97
pagamento único
PIX ou cartão · acesso imediato
Não. A aula cobre o sistema endocanabinoide e o método de prescrição de forma completa, com o TEA entre as condições trabalhadas na parte de evidência e na prescrição prática. Você sai com um método aplicável a outras indicações também.
Existe, em nível de ensaio clínico randomizado, principalmente para manifestações associadas como irritabilidade, sono e ansiedade — não para os sintomas nucleares do espectro. A aula mostra onde a evidência começa e onde ela para.
A literatura autoriza o uso de canabidiol a partir de um ano de idade, com critério. Produtos com THC exigem cautela adicional. A aula trata de dose inicial, titulação, monitorização e contraindicações.
Sim. É regulamentado pela Anvisa, pelas RDC 660/2022 e RDC 1.015/2026. O médico que indica corretamente e documenta está amparado. Um bloco inteiro da aula é sobre como documentar.
Não. A aula começa do zero, no nível de quem nunca prescreveu. Quem já prescreve aproveita mais os blocos de titulação e documentação.
A aula é só ao vivo e não tem gravação, porque a Dra. Mariana responde perguntas na hora. Por isso vale reservar a data na agenda: 15/09, às 19h.
Não. A medicina canabinoide não substitui a sua formação: amplia o que você já faz. O psiquiatra continua psiquiatra, o ortopedista continua ortopedista.
A aula não é gravada: ela acontece ao vivo, com as perguntas respondidas na hora. Todos os participantes recebem o material de apoio em PDF.
Vai, e preferimos avisar antes. No final a Dra. Mariana apresenta a formação completa para quem quiser continuar. Mas a aula não depende disso: se você sair nesse momento, sai com todo o conteúdo pelo qual pagou.
Aula ao vivo sobre Cannabis Medicinal no Autismo (TEA), exclusiva para médicos, com a Dra. Mariana Maciel.
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